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Economia

Escola em Tempo Integral tem prazo de contas até 31 de dezembro

Execução financeira do primeiro ciclo do programa vence antes, no dia 31 de outubro de 2026.

Os gestores do Programa Escola em Tempo Integral têm até 31 de dezembro de 2026 para concluir a prestação de contas do primeiro ciclo (2023/2024). A execução dos recursos vence antes, em 31 de outubro de 2026.

O Ministério da Educação orienta que a comprovação dos gastos seja inserida no sistema durante a utilização das verbas, sem esperar o fim dos prazos. O envio exige classificar os lançamentos do extrato bancário e anexar os comprovantes.

A data limite de execução do primeiro ciclo aumentou de 24 para 36 meses após a Resolução CD/FNDE nº 13/2025 alterar a norma anterior. A prorrogação estendeu o limite de uso do dinheiro de outubro de 2025 para outubro de 2026.

Um monitoramento feito em agosto de 2026 pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) apontou a existência de saldos parados nas contas do programa. Os entes executores precisam checar as contas para gastar os valores pendentes dentro das regras.

A aplicação dos repasses deve seguir as categorias econômicas e a natureza das despesas acertadas com a Secretaria de Educação Básica (SEB). Cada transferência conta com uma divisão própria entre despesas correntes e de capital.

Os rendimentos obtidos em aplicações financeiras precisam continuar na conta do programa e bancar ações de manutenção e desenvolvimento do ensino. Caso as metas pactuadas sejam totalmente cumpridas, esses rendimentos podem ser usados no escopo do programa sem divisão obrigatória entre custeio e capital.

Para esclarecer dúvidas sobre a execução e o envio de documentos, o FNDE disponibiliza atendimento pelo Balcão Virtual e pelo e-mail repasse.cgaux@fnde.gov.br. As transferências financeiras podem ser acompanhadas pela página do Sistema de Gestão Financeira (Sigef).